Com a proximidade de um novo ano, sempre ouvimos frases do tipo: "Esse ano vai ser diferente, será melhor do que o ano que passou". As pessoas acabam colocando a culpa dos projetos que não vingaram, do curso que não finalizaram, do casamento fracassado, seja lá o que for, no ano que passou e não em suas decisões. A questão é que não foi o ano que foi "ruim", e sim minhas decisões. Quantas vezes já presenciei pessoas que "entra ano e sai ano" permanecem na mesma vida, resolvendo os mesmos problemas, enfim, vivendo sempre um "ano velho". Sim, ano velho! Ano velho é aquele ano caracterizado pela lentidão, não anda, não cresce. Assim como os "velhos", sejam eles em idade cronológica ou não; sim, porque há muitos jovens que são "como velhos", acham que já deram tudo o que tinham que dar e estão só esperando o dia da morte chegar. Quantas pessoas estão nesse mundo afora vivendo sempre um "Feliz Ano Velho"... Final de ano para mim é momento de refletir no que não deu certo, por que não deu e o que fazer para que dê certo no Novo Ano que está por vir e que só será um Ano Novo se nós quisermos que seja. Existe um versículo na Bíblia que diz assim: "Melhor é o fim das coisas do que o início delas". Eu concordo plenamente e quero abrir um parentêse para um comentário. Isso quer dizer, em outras palavras, que mais importante do que começar algo na vida é terminar esse algo. Tanta gente começa bem, mas temina mal ou até mesmo não termina. Quem já começou um projeto de vida e nunca terminou... Vemos exemplos de casamentos que começaram com uma festa maravilhosa, a melhor champagne, viagem ao exterior, estrutura financeira, etc, mas que hoje estão falidos. E os envolvidos nessa história "de começa e não termina" estão sempre começando uma nova história. E onde fica o final das coisas? Quantos de nós começamos uma faculdade e não a terminamos? E a leitura da Bíblia ou de um livro qualquer? Se formos citar, preencheríamos muitas linhas que abaixo seguem. O problema é que estamos sempre tentando começar algo e não nos interessamos em finalizar o que um dia foi iniciado. Não sei você, mas eu quero terminar o que comecei, eu estou numa corrida, perseguindo o meu alvo e só largo dele quando avistar a linha de chegada, o fim da trajetória. Toda história que se preze tem um começo (introdução), um meio (desenvolvimento) e um fim (conclusão), aprendi isso na aula de Redação, no entanto, nos dias em que vivemos, vemos muita gente começando algo na vida, seja na área familiar, emocional, financeira, profissional, e ficando na metade do caminho. Eles se cansam e não conseguem chegar até a esperada linha de chegada da vida, que são muitas. O ano de 2011 está na iminência de chegar e eu desejo vivê-lo para finalizar algumas questões em minha vida que pecisam chegar na reta final. Que o ano de 2011 seja não somente o começo de um novo ano cronologicamente falando, ou uma oportunidade de começar algo novo, mas sim uma oportunidade de finalizar o que não foi possível no ano de 2010. Ajuda-me, Deus, a escrever juntamente com você a minha história para esse ano que está por vir.
A escolha do título desse blog surgiu no momento da leitura do livro: O Futuro da Humanidade, de Augusto Cury. Que os pensamentos, ideias, opiniões expressos nesse blog nos ajudem a sermos não apenas poetas, mas poetas da vida. "O poeta escreve poesia, um poeta da vida vive a vida como uma poesia, independente dos seus altos e baixos. Que você seja um Poeta da Vida! Atente no que é belo da vida! Deus é vida!
Poesia é vida! Eu amo!
A vida do poeta tem um ritmo diferente
É um contínuo de dor angustiante.
O poeta é o destinado do sofrimento
Do sofrimento que lhe clareia a visão de beleza
E a sua alma é uma parcela do infinito distante
O infinito que ninguém sonda e ninguém compreende.
Vinícius de Moraes
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Onde fica Jesus no Natal?
A época da festa natalina e todo o aparato que a acompanha nos faz questionarmos sobre o lugar que ocupa o personagem principal dessa festa: JESUS. Afinal, se no Natal comemoramos o aniversário do Filho de Deus, a pimeira pergunta que deve ser feita é: Porque receber presentes no Natal se o aniversário não é nosso e sim de Jesus? A resposta é: porque na verdade deixamos de ser altruístas, assim como foi Jesus, e tomamos o lugar de egoístas. Eu tenho que receber presentes, e onde fica o desejo da figura principal dessa festa. Será se já nos perguntamos o que Jesus gostaria de receber como presente, ao invés de seguirmos o apelo consumista dessa época do ano. Porque não fazer do momento natalino uma oportunidade de presentear os órfãos, crianças carentes, idosos abandonados pela família... Tive sede e não me deste de beber, tive fome e não me deste de comer, estive nu e não me vestiste. Não seria dar água, alimento e vestes espirituais ao que necessita o melhor presente que poderíamos oferecer ao Filho de Deus? É também nessa época em que mais fantasiamos a vida, transformando-a, pelo menos durante alguns dias, em um conto de fadas. No Natal, tudo é possível: vestir o vestido mais caro e cobiçado da vitrine, sem pensar qual o preço desse desejo, afinal as parcelas estendidas tornam o sonho realizável. Comprar o "presente dos sonhos", mesmo sem condições de fazê-lo. No Natal, o conto de fadas supera a dura e cruel realidade. Diferente do exemplo de humildade de Jesus a qual foi retratada pelo seu nascimento em uma simples manjedoura, na cidade de Belém, no Natal a humildade se encontra escondida em algumas casas e ambientes onde ainda existe a figura do aniversariante na manjedoura. Jesus, para muitos de nós, ainda se encontra em uma manjedoura no retrato do "Deus Menino". Quando será que iremos preparar nossa ceia de Natal para receber os famintos e carentes do nosso bairro? Quando será que vamos aproveitar a sensibilidade das pessoas nessa época do ano para falar sobre o verdadeiro sentido do Natal: Jesus nascendo em nossos corações... ? Não sei você, mas eu cansei das minhas noites de Natal. Uma mesa farta, pessoas sorrindo e se divertindo, falando sobre os mais diversos assuntos, menos sobre Jesus. A começar em mim, farei diferente esse ano. Vou testemunhar que Jesus, de fato e de verdade, nasceu em meu coração e que, por esse motivo, tenho motivo para celebrar a noite de Natal.
sábado, 13 de novembro de 2010
Fé
Fé é a certeza das coisas que não se vêem, mas que se esperam
É a esperança de todo aquele que em Deus espera
Como uma criança aprendi a confiar em Ti
Ter a certeza de que Tu cuidas de mim
Por isso entrego a minha vida, tudo o que tenho
Pois és Fiel, Senhor
Espero em Ti, Senhor
Tu és meu Bom Pastor
Em Ti confiarei
Tu és o meu Senhor
(Canção Raimundo Pedro - Nov/2002)
É a esperança de todo aquele que em Deus espera
Como uma criança aprendi a confiar em Ti
Ter a certeza de que Tu cuidas de mim
Por isso entrego a minha vida, tudo o que tenho
Pois és Fiel, Senhor
Espero em Ti, Senhor
Tu és meu Bom Pastor
Em Ti confiarei
Tu és o meu Senhor
(Canção Raimundo Pedro - Nov/2002)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Contando os dias...
Não sou uma poetisa, mas tento ser uma poetisa da vida. Escrever com rimas ou sem elas, a vida para torná-la bela. Hoje, no meu aniversário, veio o desejo. Sentei e simplesmente nasceu, da vida que existe em mim, de Deus. Por isso, nesse dia quero presentear o meu Deus com esse simples presente.
A terra não é o meu lugar
Existe algo além, eu sei
Surreal, imaginário
Para alguns talvez
Para mim, real
Mas eu sei
Lá é o meu lugar
Minha sala de estar
Os braços do meu Pai
Até lá chegar
Ensina-me a contar
Meus dias
Pois quero lá chegar
1, 2, 3...
30, 31, 32, 33...
Ensina-me a contar
Por mais que demore
A chegar
O tempo em que
Hei de estar
Face a face
Ao lado
Do meu Pai
By Danielle
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
SEJA O ÚLTIMO!
Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e então, partiu. (Mt 25:14-29)
Você já parou para pensar por qual motivo Deus lhe deu talentos? Vemos hoje muitos crentes dentro de igrejas não exercendo os talentos que lhes foram entregues. Isso deve-se a alguns motivos, mas gostaria de me deter em alguns: Muitas pessoas estão dentro da instituição e não tem conhecimento a respeito dos seus talentos. Já vi muita gente pensar que só quem possui talentos são líderes, pastores, enfim, aqueles que estão em evidência, em foco ou em cima dos púlpitos.Vemos que isso é uma inverdade, visto que os talentos são distribuídos por Deus deliberadamente. Não é porque sou líder disso ou daquilo que estou mais apto a receber talentos do que o "irmãozinho(a) anônimo", que senta no último banco da igreja. Saiba que você tem talentos, ao menos um, mas tem. Descobra-o, desenterre-o para exercício na obra de Deus e para crecimento do Seu Reino. Os talentos ou o talento que Deus lhe deu precisa envolver outras pessoas, ou seja, o serviço no Reino de Deus não é para engrandecimento de "A" ou "B", e nem para ser utilizado para benefício próprio. Percebemos esse ensinamento na leitura da parábola acima citada. Os servos que receberam respectivamente 5 e 2 talentos entenderam isso. Ambos multiplicaram por dois os talentos recebidos; já o servo que recebeu 1 talento, guardou-o para si. Faça essa pergunta a si mesmo: Quantas pessoas você está servindo na igreja, no seu trabalho, escola, faculdade, etc.? Se você está servindo a ninguém, isso é preocupante. Infelizmente, hoje temos visto o princípio ensinado por Jesus sendo invertido. Em Marcos 9:35 vemos Jesus ensinando seus discípulos o seguinte: "Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos". Dentro das igrejas, principalmente nos dias de hoje, temos visto pessoas, dentre elas, líderes religiosos deturpando os ensinamentos da Palavra de Deus a respeito do real significado de serviço. Deus se torna servo e nós, seus senhores. O Criador tem que servir aos desejos e petições dos fiéis. Quando vamos entender que estamos aqui para servir e não sermos servidos? Encontramos dentro das igrejas pessoas querendo aumentar o número de subordinados a elas. Vale quem tem mais pessoas servindo aos seus desejos e caprichos. Temos visto líderes religiosos, pastores inclusive, explorando suas ovelhas, tornando-as escravas, ao invés de serví-las. Vou he dizer uma coisa que talvez escandalize, se não estiver disponível a aprender. Dentro das igrejas e fora delas também, aquele que mais tem que servir é o pastor. Como assim? Não é o pastor que deve ser servido? A resposta é: NÃO! O raciocínio é assim: O obreiro serve ao membro da igreja, o diácono serve ao obreiro e ao membro, o presbítero serve ao obreiro, ao diácono e ao membro, assim, quando chegar no topo da pirâmide, ou seja, ao pastor da igreja, este deverá estar servindo ao presbítero, ao diácono, ao obreiro e também ao membro. Em outras palavras, no Reino de Deus, quanto mais responsabilidade você recebe, mais terá que servir. No entanto, o que presenciamos é o contrário. Um dia presenciei um fato que me fez pensar sobre como o conceito de serviço na casa de Deus ainda é errôneo. Em um mutirão de limpeza da igreja, os líderes foram excluídos. A pergunta é: Onde estão aqueles que assumirão de fato e de verdade a posição de "os últimos"? A fila é grande para os que querem ser "os primeiros", e a instituição igreja tem cooperado para esse crescimento de forma exorbitante. Atualmente, nos deparamos com milhares de pessoas adentrando as portas das igrejas a procura de serem servidas. A primeira pergunta elaborada é: O que essa igreja tem para me oferecer? Em que poderá servir a mim e a minha família? A primeira vista, a igreja precisa oferecer uma estrutura física e a parte espiritual permanece em plano secundário. Se a igreja não tiver ar condicionado, assentos confortáveis, playground para as crianças, dentre outras coisas, se torna o local inadequado para congregar. Se o pastor não tiver uma mensagem que prometa prosperidade e bençãos sem medida, idem. Até que ponto chegou a incompreensão a respeito do servir, e servir com amor na casa de Deus e fora dela. O servo que enterrou o seu único talento é o retrato de algumas igrejas hoje. Esse servo demonstrou um serviço egoísta enterrando seu talento ao invés de multiplicá-lo. Aprendemos também com essa parábola que Jesus observa a motivação do nosso coração e também a nossa capacidade antes de nos entregar talentos. Veja no versículo 15, do capítulo 25 de Mateus: "A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade..." Cabe a cada um de nós nos capacitar e a Deus cabe entregar os talentos, conforme a capacidade de cada pessoa; um servo recebeu 5, outro 2 e outro 1. Interessante, isso demonstra que Deus não é irresponsável. O servo que recebeu 1 talento só recebeu apenas um porque Deus sabia que ele não teria capacidade para administrar seu talento e fazê-lo crescer (...receoso escondi na terra o talento; aqui tens o que é teu.") O propósito do seu talento é edificar, ajudar, fazer diferença na vida de outras pessoas. A partir de hoje, pense melhor sobre como você pode servir ao Reino de Deus. Talvez sua voz não seja tão afinada como a do ministro de louvor da sua igreja, mas você tenha o talento de escrever poemas; talvez você não saiba dançar como a ministra de danças, mas saiba escrever textos que edificarão a muitos. Lembre-se: pelo menos um talento você tem. Utilize-o, sirva, não espere ser servido. Seja o último!
"Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos." (Mt 20:26-28)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Eu tenho uma semente diferente!
"Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e PRODUZIU a cento por um."
Ao ler o capítulo 8 do Evangelho de Lucas, me deparei, mais uma vez, com a parábola do semeador, no entanto, essa parábola antiga e conhecida de outrora, saltou aos meus olhos e revelou algo novo ao meu coração. Que bom saber que a Palavra de Deus se renova em nossas vidas. Jesus sempre se utilizava de parábolas para revelar lições extremamente importantes aos seus discípulos (Lc 8.10). É interessante que no decorrer da leitura, a Palavra narra que um semeador que saiu a semear, lançou suas sementes e uma delas caiu à beira do caminho, foi pisada, e as aves do céu a comeram; outra caiu sobre terreno rochoso, cresceu, mas não se manteve (secou); e outra, que caiu entre espinhos, morreu, pois foi sufocada. No entanto, vemos uma única semente que caiu em terra boa, cresceu e produziu. Esse detalhe chamou minha atenção pelo diferencial dessa semente. No meu ponto de vista, o diferencial dessa semente, que eu posso chamar de boa, não foi somente cair em terra boa ou crescer, visto que aquelas caídas sobre pedra e sobre espinhos também conseguiram crescer. O diferencial dessa semente boa foi que esta produziu a 30, 60 e 100 por um, uma produção progressiva. No versículo 8 desse mesmo capítulo, vemos que o que diferencia nossa vida não se restringe ao crescimento, pois muitas pessoas crescem até certo ponto em suas vidas, no entanto esse crescimento é efêmero, um dia acaba. Percebe-se isso acontecer na área organizacional, com empresas que cresceram até um determinado nível e hoje já não existem mais. Lembro de um supermercado, próximo a minha residência, que há algumas décadas atrás, era o mais conhecido da cidade, o point de compras da família cearense, e um belo dia decretou falência. Esse crescimento instável acontece em todas as áreas de nossas vidas (profissional, sentimental, financeira e até ministerial). Ministérios que começaram bem, mas por determinados motivos, desfaleceram. Homens e mulheres de Deus que, um belo dia, amanheceram como referencial para as nações, mas depois de um tempo, dormiram para sempre, deixando sua luz apagada. Quem não já ouviu falar de algum milionário que hoje está na miséria, pois não soube manter estável seu crescimento financeiro? Crescer não é tão difícil assim, o difícil é manter o crescimento. Ambas sementes que caíram entre pedras e a que caiu entre espinhos tiveram crescimento, contudo passageiro. A causa disseo é por que no período do crescimento sempre vamos nos deparar com dificuldades, crises, limites. Quem não lembra dos seus primeiros passos quando criança? E do cair e levantar até conseguir andar sozinho? No caminho do crescimento vamos encontrar certamente pedras e espinhos. O intuito das pedras e espinhos na vida é serem ultrapassados, vencidos. As pedras e espinhos podem também representar os limites a serem ultrapassados para o alcance do crescimento saudável. Crescer é de suma importância e diz respeito a uma conquista individual, no entanto se não dermos manutenção a esse crescimento, o mesmo um dia terá fim. Nessa parábola, Jesus não se deteve no "crescer" somente, Ele tocou em algo mais genuíno: o "produzir". Produzir, na minha opinião, quer dizer dar frutos, deixar um legado. De nada adianta alcançarmos um determinado crescimento, conquistarmos isso e aquilo, se não deixarmos um legado para os que ficarão e viverão depois de nós. Qual pai não pensa em deixar uma boa herança para seu filho? Enquanto o "crescer" expressa uma conquista individual; "produzir" expressa uma conquista coletiva. Nossa caminhada precisa e deve influenciar outros, gerar uma real diferença. Esse foi o diferencial da semente que caiu em terra boa, esta não somente caiu em terra boa e cresceu; essa semente deixou um legado, produziu frutos em ordem progressiva. Saiba que Deus deu sementes em nossas mãos para serem lançadas em todas as áreas da vida, cabe a nós fazêl-las alcançar um crescimento saudável e duradouro, e não somente isso, cabe a nós produzir a 30, 60 e 100 por 1. Que frutos vamos deixar daqui a 5, 10, 20 anos? Que você possa a partir de hoje valorizar as sementes que o Senhor já colocou em suas mãos e torná-las diferente. Não importa se hoje reste apenas uma única semente em suas mãos, essa pode ser a semente diferente. Jogue-a em terra boa, faça-a crescer, mas principalmente faça-a produzir. Eu tenho uma semente diferente e você?
No amor do Semeador dos Semeadores: JESUS CRISTO!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Jesus não é religião!
Um belo dia abracei a religião cristã. Para falar a verdade, eu não era bom naquilo. Religião não é pra mim, e por algum tempo fiquei me sentindo um completo fracasso. Alguns religiosos me condenaram (e ainda condenam) ao fogo eterno, mas com o tempo passei a ver meu fracasso religioso como uma tremenda benção. Porque, quando perdi minha religião, encontrei uma linda revolução.
Isso talvez ofenda ou surpreenda você, mas Jesus não é o fundador da religião cristã. É verdade, séculos depois dele levantou-se uma religião chamada “cristã” – mas, como você vai descobrir neste livro, em muitos sentidos essa religião representava o oposto de tudo que Jesus representava. Na verdade, como você vai também descobrir neste livro, o próprio conceito de uma “religião cristã” tem muito de mito quando entendido à luz do que Jesus representava.
Porque a mensagem essencial de Jesus não tem nada a ver com ser religioso. Basta ler os evangelhos: ele festava com os maiores pecadores e ultrajava os religiosos, e por isso foi crucificado. O que Jesus representava era o início de uma revolução, revolução à qual ele deu o nome de “reino de Deus”.
O centro dessa revolução não é fazer com que as pessoas acreditem em determinadas crenças religiosas e adotem determinados comportamentos religiosos, embora essas coisas possam ser importantes, genuínas e úteis. Essa revolução também não está centrada na tentativa de consertar o mundo pela defesa das causas políticas “certas” e pela promoção das políticas nacionais “certas”, embora essas coisas possam ser nobres, bem-intencionadas e eficazes.
Não: o reino de Deus estabelecido por Jesus está centrado em uma coisa e apenas nessa coisa: manifestar a beleza do caráter de Deus e, em conformidade com isso, revoltar-se contra tudo que é inconsistente com essa beleza. O reino está centrado na manifestação de uma beleza que revolta.
O reino é, em resumo, uma linda revolução.
Tudo em Jesus manifestava esse reino belo e “revoltante”; podemos vê-lo de forma mais profunda quando que Jesus deixou-se crucificar. No Calvário Jesus exibe a beleza da decisão de Deus de sofrer pelos seus inimigos – em vez de usar seu poder onipotente para derrotá-los de forma violenta. No Calvário vemos também a revolta divina contra nossa escravidão à violência e tudo que nos mantém alienados de Deus e uns dos outros. O próprio diabo é confrontado e vencido pela cruz de Jesus Cristo.
A morte de Jesus resume o tema de sua vida inteira. Cada aspecto de sua vida, seu ensino e ministério colocava em exibição a beleza do reino de Deus e revoltava-se contra algum aspecto da cultura que contradizia esse reino.
O chamado essencial de todos que entregam sua vida a Cristo é unir-se a essa linda revolução e, portanto, viver e amar dessa forma. “Quem diz viver nele”, afirma João, “deve viver como ele viveu” (1 João 2:6). Devemos manifestar a beleza de Deus amando sacrificialmente nossos inimigos, servindo os pobres, alimentando os famintos, libertando os oprimidos, acolhendo os excluídos, abraçando os maiores pecadores e curando os doentes, como Jesus fez. E não existe como fazer isso sem ao mesmo tempo nos revoltarmos contra tudo em nossa vida que nos mantém autocentrados, gananciosos e apáticos diante das necessidades dos outros. Também não há como fazer isso sem revoltar-se contra tudo na sociedade – e, como veremos, no âmbito espiritual – que mantém as pessoas oprimidas fisicamente, socialmente e espiritualmente.
Você então vê que o reino não tem nada a ver com religião – quer seja “cristã” ou não. Tem a ver com seguir o exemplo de Jesus, manifestando a beleza do reinado de Deus ao mesmo tempo em que nos revoltamos contra tudo que é feio.
É uma linda revolução a que somos todos convidados a aderir. Mas para fazer isso será preciso abrir mão da religião.
Gregory A. Boyd
em The Myth of Christian Religion
(O mito da religião cristã)
Isso talvez ofenda ou surpreenda você, mas Jesus não é o fundador da religião cristã. É verdade, séculos depois dele levantou-se uma religião chamada “cristã” – mas, como você vai descobrir neste livro, em muitos sentidos essa religião representava o oposto de tudo que Jesus representava. Na verdade, como você vai também descobrir neste livro, o próprio conceito de uma “religião cristã” tem muito de mito quando entendido à luz do que Jesus representava.
Porque a mensagem essencial de Jesus não tem nada a ver com ser religioso. Basta ler os evangelhos: ele festava com os maiores pecadores e ultrajava os religiosos, e por isso foi crucificado. O que Jesus representava era o início de uma revolução, revolução à qual ele deu o nome de “reino de Deus”.
O centro dessa revolução não é fazer com que as pessoas acreditem em determinadas crenças religiosas e adotem determinados comportamentos religiosos, embora essas coisas possam ser importantes, genuínas e úteis. Essa revolução também não está centrada na tentativa de consertar o mundo pela defesa das causas políticas “certas” e pela promoção das políticas nacionais “certas”, embora essas coisas possam ser nobres, bem-intencionadas e eficazes.
Não: o reino de Deus estabelecido por Jesus está centrado em uma coisa e apenas nessa coisa: manifestar a beleza do caráter de Deus e, em conformidade com isso, revoltar-se contra tudo que é inconsistente com essa beleza. O reino está centrado na manifestação de uma beleza que revolta.
O reino é, em resumo, uma linda revolução.
Tudo em Jesus manifestava esse reino belo e “revoltante”; podemos vê-lo de forma mais profunda quando que Jesus deixou-se crucificar. No Calvário Jesus exibe a beleza da decisão de Deus de sofrer pelos seus inimigos – em vez de usar seu poder onipotente para derrotá-los de forma violenta. No Calvário vemos também a revolta divina contra nossa escravidão à violência e tudo que nos mantém alienados de Deus e uns dos outros. O próprio diabo é confrontado e vencido pela cruz de Jesus Cristo.
A morte de Jesus resume o tema de sua vida inteira. Cada aspecto de sua vida, seu ensino e ministério colocava em exibição a beleza do reino de Deus e revoltava-se contra algum aspecto da cultura que contradizia esse reino.
O chamado essencial de todos que entregam sua vida a Cristo é unir-se a essa linda revolução e, portanto, viver e amar dessa forma. “Quem diz viver nele”, afirma João, “deve viver como ele viveu” (1 João 2:6). Devemos manifestar a beleza de Deus amando sacrificialmente nossos inimigos, servindo os pobres, alimentando os famintos, libertando os oprimidos, acolhendo os excluídos, abraçando os maiores pecadores e curando os doentes, como Jesus fez. E não existe como fazer isso sem ao mesmo tempo nos revoltarmos contra tudo em nossa vida que nos mantém autocentrados, gananciosos e apáticos diante das necessidades dos outros. Também não há como fazer isso sem revoltar-se contra tudo na sociedade – e, como veremos, no âmbito espiritual – que mantém as pessoas oprimidas fisicamente, socialmente e espiritualmente.
Você então vê que o reino não tem nada a ver com religião – quer seja “cristã” ou não. Tem a ver com seguir o exemplo de Jesus, manifestando a beleza do reinado de Deus ao mesmo tempo em que nos revoltamos contra tudo que é feio.
É uma linda revolução a que somos todos convidados a aderir. Mas para fazer isso será preciso abrir mão da religião.
Gregory A. Boyd
em The Myth of Christian Religion
(O mito da religião cristã)
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Fazer 30 anos
Quatro pessoas, num mesmo dia, me dizem que vão fazer 30 anos. E me anunciam isto com uma certa gravidade. Nenhuma está dizendo: vou tomar um sorvete na esquina, ou: vou ali comprar um jornal. Na verdade estão proclamando: vou fazer 30 anos e, por favor, prestem atenção, quero cumplicidade, porque estou no limiar de alguma coisa grave.
Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.
Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica, e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.
Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar.
Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.
Um dia eu fiz 30 anos. Estava ali no estrangeiro, estranho em toda a estranheza do ser, à beira-mar, na Califórnia. Era um homem e seus trinta anos. Mais que isto: um homem e seus trinta amos. Um homem e seus trinta corpos, como os anéis de um tronco, cheio de eus e nós, arborizado, arborizando, ao sol e a sós.
Na verdade, fazer 30 anos não é para qualquer um. Fazer 30 anos é, de repente, descobrir-se no tempo. Antes, vive-se no espaço. Viver no espaço é mais fácil e deslizante. É mais corporal e objetivo. Pode-se patinar e esquiar amplamente.
Mas fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo. E penetrar no tempo é mister de grande responsabilidade. É descobrir outra dimensão além dos dedos da mão. É como se algo mais denso se tivesse criado sob a couraça da casca. Algo, no entanto, mais tênue que uma membrana. Algo como um centro, às vezes móvel, é verdade, mas um centro de dor colorido. Algo mais que uma nebulosa, algo assim pulsante que se entreabrisse em sementes.
Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de se autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não para se denunciar, senão para amanhecer.
Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.
Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.
[Affonso Romano de Sant'anna]
(O texto acima foi extraído do livro "A Mulher Madura", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1986, pág. 36)
Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.
Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica, e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.
Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar.
Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.
Um dia eu fiz 30 anos. Estava ali no estrangeiro, estranho em toda a estranheza do ser, à beira-mar, na Califórnia. Era um homem e seus trinta anos. Mais que isto: um homem e seus trinta amos. Um homem e seus trinta corpos, como os anéis de um tronco, cheio de eus e nós, arborizado, arborizando, ao sol e a sós.
Na verdade, fazer 30 anos não é para qualquer um. Fazer 30 anos é, de repente, descobrir-se no tempo. Antes, vive-se no espaço. Viver no espaço é mais fácil e deslizante. É mais corporal e objetivo. Pode-se patinar e esquiar amplamente.
Mas fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo. E penetrar no tempo é mister de grande responsabilidade. É descobrir outra dimensão além dos dedos da mão. É como se algo mais denso se tivesse criado sob a couraça da casca. Algo, no entanto, mais tênue que uma membrana. Algo como um centro, às vezes móvel, é verdade, mas um centro de dor colorido. Algo mais que uma nebulosa, algo assim pulsante que se entreabrisse em sementes.
Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de se autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não para se denunciar, senão para amanhecer.
Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.
Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.
[Affonso Romano de Sant'anna]
(O texto acima foi extraído do livro "A Mulher Madura", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1986, pág. 36)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Mais Impressionante
Gostaria de inaugurar esse blog publicando um poema cristão, afinal nada melhor que fazer jus ao título desse blog, intitulado "POETA DA VIDA". Espero que os versos abaixo possam falar ao seu coração.
Mais impressionante do que o dia em que a Terra parou
Foi o dia em que a morte me deixou.
Mais impressionante que o dia em que o surdo ouviu
Foi o dia em que Ele me chamou.
Mais impressionante que o dia de Sua ressurreição
Foi o dia em que decidiu morrer por mim.
Mais impressionante do que Jesus descer a Terra
é que agora eu posso subir ao céu.
Mais impressionante do que o dia em que a Terra parou
Foi o dia em que a morte me deixou.
Mais impressionante que o dia em que o surdo ouviu
Foi o dia em que Ele me chamou.
Mais impressionante que o dia de Sua ressurreição
Foi o dia em que decidiu morrer por mim.
Mais impressionante do que Jesus descer a Terra
é que agora eu posso subir ao céu.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Vale a pena viver os sonhos de Deus!
Ao se aproximar o final de ano, entramos como que em um tempo de reflexão. Começamos então a ponderar os prós e os contras do ano que se finaliza, analisar os projetos realizados, como também os que foram frustrados. Enfim, fazemos uma retrospectiva da vida. Esse ano de 2009, especialmente para mim, foi uma ano de conquistas. Posso até ser ousada em dizer que foi um ano de sonhos realizados. Entre esses sonhos, encontra-se o grande sonho de voltar a estudar. Aprendi esse ano não somente que não é tarde para se sonhar, mas principalmente que nunca é tarde para se realizar um sonho. Há muitos anos atrás, como muitos jovens de nosso país, estava realizando um sonho de passar em um vestibular para o curso de Administração de Empresas em uma universidade federal. Esse seria um sonho realizado na opinião de qualquer jovem brasileiro, que encontra numa universidade pública a oportunidade de seguir uma carreira bem sucedida sem nenhum ônus. No entanto, para mim, ter logrado esse êxito estava distante de um sonho realizado. Afinal, esse não era o meu sonho e sim o dos meus pais. Nasci em uma família de administradores e como diz o ditado: Filho de peixe, peixinho é, assim acabei seguindo a carreira dos meus pais. Lendo a Palavra de Deus um versículo saltou em direção aos meus olhos e alcançou meu coração: Eu é que sei os planos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor, planos de paz e não de mal, para fazer o fim que desejais. Depois de muitos anos sonhando o sonho dos outros, descobri que existia, em um lugar bem guardado, no âmago do coração de Deus, sonhos especialmente para mim. Assim, depois de muito tempo com sonhos enterrados, resolvi e decidi sonhar os sonhos de Deus. Foi um desafio voltar a estudar depois de tantos anos parada. Os porquês começaram a bombardear minha mente, e junto com estes a dúvida, o medo, a insegurança e tantos outros sentimentos que se opõem ao concretizar dos sonhos de Deus em nossas vidas. Apesar do emaranhado de coisas que se levantaram, inclusive pesssoas, consegui vencer. No dia 08 de junho desse ano, lá estava meu nome naquela imensa lista e, para surpresa minha, meu nome estava na primeira colocação. O Senhor me honrou e me colocou em posição de destaque para me mostrar que basta um esforço nosso para que os sonhos Dele se realizem. Existem cristãos por ai frustrados, pois não conseguiram ainda viver os sonhos de Deus. Alguns estão vivendo os sonhos dos outros, como eu um dia estava; outros vivendo os seus próprios sonhos e ideais. Eu resolvi viver o somho de Deus e não me arrependo. O semestre na faculdade está se encerrando e com ele a certeza de que estou no lugar certo: o centro da vontade do Senhor em minha vida. O tempo que perdi não se compara ao que há de vir. Não sou uma administradora de empresas bem sucedida, mas serei uma psicóloga feliz, pois cumpri o propósito, o desígnio do Pai. Obrigado, Senhor, porque eu tenho uma razão de estar aqui nesse mundo. Você me fez para um propósito!!! Sonhe os sonhos de Deus para a sua vida.
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